segunda-feira, durante um banho de piscina
no total:
três dedos cortados, língua, mão, queimação coletiva.
as pós-graduações em embalagens à váculo estão em processo de término graçasadeus.
os corredores, com sorte e muito lixamento, darão em ótimas vigas ainda no final de dezembro.
o aniversário se aproxima e as marcas de nascença já começam a maquiar-se e comprar roupas novas.
regime em: peixe-boi pensamento, preocupação estora balão, cala boca quebra dente.
o francês parou em Akerman. O gravador registrou o estrago da chuva. Chico Alvim, o livro, perdeu o título no temporal passeata.
sonho em tcheco para reconhecer a família, mas no real, todas letras lusitanas. culpar os parentes por não ensinarem a ciranda.
faço entrevistas para órgão essencial. Festas silenciosas dançam por tremores. visto com nudez qualquer anúncio de freeway para sucesso. congelam. morrem de frio.
em frente ao parque da harmonia, penso em Lytoard. Pra quê. As caminhadas ainda tão rente ao chão, não levam a nada. Piva fala de seu céu que desaba. Penso em consertos de telhado que não são de minha alçada. Toco o pífano como espremedor de cavernas para adubos que valham a pesquisa
ultimamente, ando tentando fazer contato com as páginas amarelas. não reconheço uma jujuba daquele gosto de antigas facinações. o berço virou grande. pra tudo que perguntam digo que é culpa da barba por fazer. "mas não tem barba", então não tenho o que fazer.
não conquistei nenhum marujo. o volante descobre sozinho a cintura da cidade. erro as ruas como errava os anos de minha irmã. de propóstio. saber faz a gente ter bengala.
abro um novo verbo toda vez que me são inúteis os tatos. verso mais uma guerra com tesoura de criança só para ter a presença de aliados. a febre é enferrujar depois de chover tanto medo. calculo mais um mês de cama enquanto tapo os ferimentos com bandeirinhas de países diferentes. creio que falsifiquei as dobras da testa e agora não me entendo nem com o gato morto-de-fome.
a grande descoberta das índias é:
não é possível abanar adeus com os punhos cerrados.
monsieur Faudier, troquei as mensagens pelas
luvas de boxe
mas garanto que danço só para desviar.
(já que é a únia caligrafia que vem com
a embalagem)
no total:
três dedos cortados, língua, mão, queimação coletiva.
as pós-graduações em embalagens à váculo estão em processo de término graçasadeus.
os corredores, com sorte e muito lixamento, darão em ótimas vigas ainda no final de dezembro.
o aniversário se aproxima e as marcas de nascença já começam a maquiar-se e comprar roupas novas.
regime em: peixe-boi pensamento, preocupação estora balão, cala boca quebra dente.
o francês parou em Akerman. O gravador registrou o estrago da chuva. Chico Alvim, o livro, perdeu o título no temporal passeata.
sonho em tcheco para reconhecer a família, mas no real, todas letras lusitanas. culpar os parentes por não ensinarem a ciranda.
faço entrevistas para órgão essencial. Festas silenciosas dançam por tremores. visto com nudez qualquer anúncio de freeway para sucesso. congelam. morrem de frio.
em frente ao parque da harmonia, penso em Lytoard. Pra quê. As caminhadas ainda tão rente ao chão, não levam a nada. Piva fala de seu céu que desaba. Penso em consertos de telhado que não são de minha alçada. Toco o pífano como espremedor de cavernas para adubos que valham a pesquisa
ultimamente, ando tentando fazer contato com as páginas amarelas. não reconheço uma jujuba daquele gosto de antigas facinações. o berço virou grande. pra tudo que perguntam digo que é culpa da barba por fazer. "mas não tem barba", então não tenho o que fazer.
não conquistei nenhum marujo. o volante descobre sozinho a cintura da cidade. erro as ruas como errava os anos de minha irmã. de propóstio. saber faz a gente ter bengala.
abro um novo verbo toda vez que me são inúteis os tatos. verso mais uma guerra com tesoura de criança só para ter a presença de aliados. a febre é enferrujar depois de chover tanto medo. calculo mais um mês de cama enquanto tapo os ferimentos com bandeirinhas de países diferentes. creio que falsifiquei as dobras da testa e agora não me entendo nem com o gato morto-de-fome.
a grande descoberta das índias é:
não é possível abanar adeus com os punhos cerrados.
monsieur Faudier, troquei as mensagens pelas
luvas de boxe
mas garanto que danço só para desviar.
(já que é a únia caligrafia que vem com
a embalagem)